21/01/2010

Entrevista - Ciclo de Palestras UNICID

A entrevista é sobre inteligencia de mercado.
Basicamente, posto uma resposta.
Espero que possa auxiliar.

Ciclo de Palestras - Universidade Cidade de São Paulo from roberto alonso on Vimeo.

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19/01/2010

Vídeo que apresenta uma importante opção!

Só assistindo para entender.
Espero que gostem....

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Púbico jovem também consome mídia tradicional, mesmo em evento web.



A notícia não chega a surpreender, mas a idéia da comunicação integrada e, sobretudo da cross media, se confirma: o evento, uma grande rede local que lembra os eventos como Woodstock em versão eletrônica terá uma edição de revista impressa que será distribuida aos internautas presentes ao Campus Party 2010.
Leia na íntegra a matéria.


Campus Party terá revista oficial


A Campus Party, maior evento de inovação tecnológica, Internet e entretenimento eletrônico em rede do país e um dos maiores do mundo, terá uma revista oficial para sua edição brasileira, que ocorre de 25 a 31 de janeiro, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.
A publicação será uma edição especial da revista Offline, maior veículo de comunicação do País dirigido ao público jovem universitário. Como ocorre em todas as edições, está sendo produzida de forma totalmente colaborativa, com a participação de dezenas de novos talentos em texto, ilustração, fotografia, reportagem, quadrinhos, dentre outras linguagens.
Com tiragem de 30 mil exemplares, 52 páginas e distribuição gratuita no local, seu conteúdo será dividido em três partes – uma visão histórica de como o futuro foi visto ao longo do tempo, de Nostradamus às mudanças climáticas, passando pelos Jetsons, De Volta para o Futuro, Blade Runner, Júlio Verne, etc.; um prognóstico de como será o mundo daqui a 50 anos; e o guia de programação do evento. Traz ainda, dentre outras novidades, entrevista inédita com a guru e futuróloga Faith Popcorn.
Está sob a responsabilidade do editor-chefe Ricardo Peruchi, com uma equipe multidisciplinar e colaboração do time da Futura Networks, organizadores do evento.

ADNEWS
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07/01/2010

Ano novo, novidades também!

Retomamos as postagens no blog, depois da ressaca da virada do ano. Mal começamos 2010 e já tem notícia importante. Vejam o que o ADNews publicou:

Em quatro anos, realidade aumentada deve movimentar US$ 700 milhões

O mercado de realidade aumentada (RA) móvel vai alcançar 732 milhões de dólares em 2014, alimentado por downloads de aplicações pagas, publicidade e serviços de assinatura, segundo relatório da Juniper Research.

Em 2009 houve uma explosão de interesse em trazer aplicações de realidade aumentada e navegadores para aparelhos móveis com GPS, câmeras e bússolas. A RA móvel pode criar um novo nível de interatividade móvel em jogos, viagens, compras, redes sociais e aplicações educacionais.
Mas as previsões otimistas do ano passado foram postas em xeque pelo próprio relatório, que ressalta que apenas um pequeno número de smartphones tem hoje os recursos exigidos por aplicações desse tipo.
Mais relevante é sua afirmação de que "ainda há muita incerteza sobre como o conteúdo e os serviços de realidade aumentada deveriam ser convertidos em lucro, e que modelos de negócios as operadoras, os desenvolvedores e os provedores de conteúdo deveriam adotar", argumenta o estudo "Mobile Augmented Reality: Forecasts, Applications & Opportunity Appraisal 2009-2014". Em outras palavras: alguém pode ganhar dinheiro com RA?
A realidade aumentada refere-se de modo geral à aplicação de camadas de texto ou ilustração a fotos de objetos e locais do mundo real, mostrados em uma tela ou visor. Essa camada traz informações sobre a foto, com texto, imagens, animações e links. Ao apontar sua câmera para a Avenida Paulista, a tela poderia mostrar o nome de uma loja com uma promoção especial, as máquinas de autoatendimento bancário ou as entradas de metrô mais próximas, ou mesmo informações e links sobre algum prédio histórico.
Para fazer tudo isso, os aparelhos precisam de câmera, GPS, sensores de movimento (acelerômetros) e bússola, além de uma conexão de banda larga sem fio. O software de RA móvel usa esses elementos para identificar a localização do usuário, para depois encontrar qualquer objeto ou local ao redor que tenha sido etiquetado geograficamente (geotagged), ou seja, cuja posição no globo terrestre tenha sido associada com algum dado na internet. O software RA sobrepõe então esta informação adicional à imagem do objeto real, na tela do dispositivo do usuário.
Os autores do relatório preveem três maneiras de ganhar dinheiro com RA móvel: venda simples, onde o usuário pagaria pela aplicação na hora do download; vários esquemas baseados em assinatura - pagando por algo depois que o download inicial da aplicação RA foi feito; e dinheiro pago por anunciantes.
A Juniper estima que, apesar do crescimento no interesse, a receita global com RA móvel em 2010 não irá superar 2 milhões de dólares. Mas os pesquisadores dizem que esse valor irá aumentar dramaticamente depois disso, à medida que mais aplicações de RA forem desenvolvidas, especialmente para games móveis com recursos de RA.
Aplicações corporativas de RA se tornarão outra fonte de lucro a partir de 2012, e a publicidade baseada em RA deverá decolar à medida que marcas e revendedores explorem a "relevância de locação" para produtos e promoções.

Fonte: Network World
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09/12/2009

MARKETING DIGITAL, a transição do “boca-a-boca” para o “clique-a-clique”

Uma das principais ferramentas na construção de marca tem sido, ao longo de décadas, os testemunhais dos consumidores. Neste período, valia muito a indicação e recomendação feita pelos usuários e consumidores para se construir uma imagem positiva. Ainda vale, é claro. O outro lado da moeda também é verdadeiro: de indicações para o não consumo, até as criações de acrônimos para as marcas, muito se fez para que marcas com qualidades duvidosas, na percepção dos consumidores, assumissem condições jocosas nas transmissões boca-a-boca. Quem não se lembra de casos como das marcas CCE (Comecei Comprando Errado, ou Conserta, Conserta, Estraga) ou da FIAT à época do lançamento do FIAT 147 (Fui Iludido Agora é Tarde, ou o Fábrica Italiana Atrapalhando o Trânsito) e por aí afora?
A situação agora é mais dramática: não bastassem as transmissões boca-a-boca, a tecnologia criou um caminho muito mais rápido e amplo para que isso ocorra: o clique-a-clique, ou seja, transmissão via e-mail e rede sociais. Reclamar aos quatro cantos do mundo nunca foi tão fácil, rápido e barato. E nem sempre, essa comunicação é verdadeira. Porém vale lembrar que, depois que a mensagem “cai na rede”, não basta apenas desmentir, porque o estrago está feito.
Amigos do marketing, está na hora de armar-se contra isso. Não só cuidando do branding da sua empresa nas ações tradicionais, mas monitorando o que o mercado, consumidores, fornecedores e, pasmem, colaboradores e funcionários, postam na web de forma negativa.
Reverter o caminho da deterioração da marca pela contaminação clique-a-clique é possível, mas falar bem de algo ou algum produto e marca hoje em dia passou a ser menos divertido que ver a fogueira arder com críticas e acrônimos desgastantes.
O cuidado deve ser permanente. Vacinem-se.


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Mercado de comunicação brasileiro deve crescer 20% em 2009


O fato é que a "marolinha", anunciada pelo presidente Lula, se mostrou ainda menor do que se espereva. Ao menos no mercado da comunicação, que apresentou sucessivos crescimentos ao longo do período de "crise mais intensa", entre 2008 e 2009. Leia esta notícia veiculada no Adnews recentemente:

"Mesmo com a crise financeira que atingiu algumas empresas no País, embora não com tanto impacto como em outros países, a exemplo dos Estados Unidos, o mercado de comunicação brasileiro cresceu 19,5%, pouco abaixo dos 21% registrados em 2008, com faturamento de mais de R$ 1,2 bilhão. De acordo com o Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação, lançado nesta terça-feira (01/12), em São Paulo, o resultado se deve, sobretudo, ao segundo semestre.

O índice segue a curva de crescimento do setor, que registra, em média, 20% ao ano. Ele pôde ser obtido graças à participação de 373 empresas - 165 delas divulgaram seu faturamento. No ano passado, 52 abriram os números.
Mais de 73% das 373 agências do Brasil estão concentradas no Sudeste, principalmente em São Paulo, onde há 66% delas. O Nordeste está em segundo lugar, com quase 9%, seguido do Sul (pouco mais de 7,5%), Centro-Oeste (4%) e Norte (menos de 1,5%). Mais de 53,5% das agências têm até dez colaboradores e apenas 2,2%, mais de cem, sendo que 25,8% têm entre 11 e 20 colaboradores e 18,1%, entre 21 e 100.
A CDN é a maior agência de Comunicação do País. Registrou em 2008 um faturamento de R$ 57,5 milhões. Fecha o ano de 2009 com 300 colaboradores. FSB (R$ 54,3 milhões e 340 colaboradores) aparece em segundo lugar, seguida da In Press Porter Novelli (R$ 34 milhões e 285 colaboradores) e Máquina da Notícia (R$ 28,2 milhões e 200 colaboradores)."

Fonte: Comunique-se e AdNews
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01/12/2009

A importância do conhecimento

Estou escrevendo diretamente da ExpoManagement, o maior fórum de gestão e do mundo.
Muita informação está sendo disponibilizada gratuitamente. E o mais importante disso é que a informação é de qualidade. Diversas palestras nos auditórios paralelos propiciam aos executivos a oportunidade de atualização e networking. Não deixem de conferir: Expo Transaméria. Ainda dá tempo, pois o evento vai até a próxima quarta-feira, 02.
Acessem para mais informações: Expomanagement 2009. Visitem o estande da FIA e participem das plestras.
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25/11/2009

Propaganda Comparativa: No Brasil não?

Vejam o Filme:

A campanha da Kaiser, criada pela Fischer,Fala! gerou polêmica e foi suspensa pela Justiça a pedido da AmBev. O resultado do teste cego, que apresenta a comparação com as marcas Brahma, Skol e Antarctica, de propriedade da AmBev, embora não desmereça a qualidade de nhuma delas, não foi questionado, mas sim o uso indevido das marcas.
No Brasil, de fato, propaganda comparativa não tem boa recepção pelos consumidores, diferentemente do que acontece nos Estados Unidos por exemplo. Na minha opinião, desta vez, há exagero nesta suspensão, pois, como disse, não há nada de agressivo nem difamador na campanha. Uma pena para o mercado publicitário nacional, não acham?
Já que falamos de cerveja, assistam a esse filme, muito interessante e criativo. Se em nada lembra a campanha da Kaiser que, se criativamente não é brilhante, ambos devem ter seus resultados bastante efetivos.
Saúde!

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24/11/2009

Informação: cobrando pelo conteúdo. Pesquisa do Boston Consulting Group


O fato é que, com a proliferação de portais e sites de notícias, bem como a disponibilização de informações e acesso a elas facilitado, o poder mudou de mãos:não está mais com quem tem a informação, mas com que sabe usá-la.
Tanto que as informações "descartáveis" estão a caminho do brejo, literalmente. O que se preza, é a qualidade de informações, chegando no tempo certo.
Por isso, muita gente prefere pagar para ter a informação a simplesmente acessar sites que não têm credibilidade e menos ainda, valor. Vejam o resultado da pesquisa do Boston Consulting Group (lembram da Matriz BCG?)


"Pesquisa do Boston Consulting Groupaponta que os consumidores estão dispostos a gastar "pequenas quantisa" mensais para receber notícias em seus computadores e celulares. o valor apontado varia entre US$3 mensais, nos EUA e Austrália, a US$7 mensais na Itália.
Na Finlândia, 66% dos entrevistados pagariam pelo serviço. Na sequência aparecem Alemanha:63%,Itália: 62%, Noruega: 60%, Espanha 56%, França 54%, Austrália 49%, EUA 48% e reino Unido com 48%.
O estudo feito pela BCG entrevistou 5 mil pessoas, mas não incluiu o Brasil, e identificou que os consumidores estão mais dispostos a pagar por determinados tipos de conteúdos acessíveis por meio de dispositivos de livre escolha. (...) Além disso, os consumidores estão mais dispostos a pagar por notícias online fornecidas por jornais (olha a credibilidade falando alto) do que por outras mídias, como televisão ou portais.
O interessante é que as notícias locais são mais valorizadas, nem clara confirmação da força centrífuga que os interesses individuais exercem sobre os fatos, além de grande interesse em cobertura especializad.

Notícia do Marcello Queiroz no Propaganda&Marketing.
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19/11/2009

Prof. Celso Grisi e Prof. Fabio Oliva em entrevista sobre negociações na OMC

Em passagem pelo Brasil, Vera Helena Thorstensen, Assessora Econômica da Missão do Brasil em Genebra esteve na FIA e ministrou aula magna intitulada " As Negociações na OMC e os Impactos no Mundo dos Negócios". Os professores Celso Grisi e Fábio Lotti estiveram no evento e falaram sobre sua importância.


Esta entrevista e muito mais pode ser acessado em MEDIACENTER FIA
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