10/06/2010

Mercado, marketing educacional e progapanda: entrevista na JP

Entrevista no programa Mundo da Publicidade, na Jovem Pan.
Espero que gostem.

Abs!

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28/04/2010

Morre Prahalad – o guru da “riqueza na base da pirâmide”

Reproduzo aqui a notícia do Portal Exame, pela Ana L. Herzog, que comunica o falecimento de C.K.Prahalad, um dos grandes nomes do management contemporêneo. E com pesar lamentamos muito a ausênica de seus novos pensamentos, agradecendo amplamente os ensinamentos que nos deixou.

por Ana Luiza Herzog

Acabei de saber que o guru C.K. Prahalad morreu na sexta-feira, aos 68 anos, em San Diego, nos Estados Unidos. Não nutro muita simpatia pela maioria dos gurus da administração, mas Prahalad, que era professor da Universidade de Michigan, merecia muito crédito. Não sou conhecedora de todas as suas teorias, mas li “A Riqueza na Base da Pirâmide – Como Erradicar a Pobreza com Lucro”, que ele lançou em 2004 e tornou-se um dos livros de administração mais influentes dos últimos tempos.

No ano passado, Prahalad relançou a obra com um capítulo novo, uma espécie de balanço das teorias e premissas que o autor julgava fundamentais para as empresas conquistarem consumidores nas classes baixas da população. Foi quando tive a oportunidade de escrever uma resenha sobre o livro e entrevistá-lo para a EXAME. Vou colocar a entrevista que publicamos aqui, para vocês darem uma olhada. Prestem atenção, sobretudo, na resposta que o pensador dá para a minha pergunta sobre como ele enxerga o futuro da base da pirâmide. Espero que o desejo de Phahalad vire realidade um dia …

“Quero que essa história de base da pirâmide se torne irrelevante”

Prahalad sonha que daqui a dez anos não exista mais diferença entre produtos para ricos e pobres. Professor da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, C.K. Prahalad mudou a maneira com que as empresas enxergam os consumidores de baixa renda. Nesta entrevista a EXAME, ele diz que setores como o de telefonia móvel reduziram o fosso entre ricos e pobres. Outros ainda têm um longo caminho a percorrer.

O livro A Riqueza na Base da Pirâmide – Como Erradicar a Pobreza com Lucro foi lançado em 2004. De lá para cá, o que mais surpreendeu o senhor?

Sempre soube que a tecnologia teria um impacto grande nos consumidores da baixa renda, mas me surpreendi com o ritmo com que isso aconteceu. Pense nos milhares de consumidores pobres da Ásia, África e América Latina que hoje têm celulares. A operadora indiana Barthi Airtel tem 100 milhões de clientes e quer chegar a 200 milhões até 2011. A Safaricom, no Quênia, também é um sucesso. Esses consumidores usam o celular porque ele faz diferença em sua vida – pagam contas, enviam remessas de dinheiro a parentes. Isso prova que, se oferecido o mix certo de produtos, a fusão entre tecnologia e base da pirâmide pode se dar num ritmo explosivo.

E quais foram as outras surpresas?

A base da pirâmide está se transformando na principal plataforma de inovação para as grandes empresas. Veja o netbook. Ele foi idealizado para consumidores pobres, mas está se transformando em uma febre nos Estados Unidos. Ou seja, as empresas não só podem inovar na base da pirâmide como levar essas inovações para o topo.

E qual é o futuro para a base da pirâmide?

Meu desejo é que em dez anos essa distinção entre base e topo da pirâmide desapareça. Para isso, me inspiro de novo nas empresas de telefonia móvel. A distinção entre o seu celular e o de uma pessoa pobre não é grande. Ele pode ter um design mais atraente ou uma câmera melhor, mas as funcionalidades básicas são idênticas. Isso também já é fato para os eletroeletrônicos, mas não para serviços básicos, como acesso a saúde ou água potável, e precisa ser. Muita gente cria conceitos e quer que eles durem 40 anos. Ajudei a dar início à jornada da base da pirâmide, mas não quero que ela se torne sagrada. Quero que a desigualdade diminua – como está acontecendo no Brasil com a redução da classe E – e essa história toda de base da pirâmide se torne irrelevante.

segunda-feira, 19 de abril de 2010 - 12:00
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08/04/2010

Leonardo: gestão do esporte no Bem amigos



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06/04/2010

Referência em Educação Executiva. Não só no Brasil.

O curso  International MBA da Fundação Instituto de Administração é uma referência no país e, mais importante, é uma referência do país para executivos de todo o mundo que encontram nesse programa uma forma de estudar no Brasil, compreender os processos da gestão internacional e, até mesmo, uma oportunidade de criar raízes no país.
Vejam a reportagem.

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18/03/2010

O Twitter está sendo negociado? Tudo tem o seu preço....

Quando as perguntas começam a surgir, ou a fumaça começa a aperecer nos ares, algo está para acontecer. Em alguns casos, já está acontecendo.
As respostas dadas pelo CEO do Twitter, claro, via Twitter, é que não haverá negociação da empresa. Não pareceu categórico e, como disse, onde há fumaça...
Leia a notícia publicada no ADNews.
O CEO do Twitter, Evan Williams, afirmou que o microblog não será vendido ou incorporado por alguma empresa nos próximos dois anos. Após uma entrevista no SXSW, festival que reúne música, filme e tecnologia, Williams respondeu dez perguntas em seu microblog.

Diversas empresas interessadas em adquirir o Twitter, incluindo a Microsoft, Google e Facebook. No entanto, a rede social deve negar as propostas.
O usuário @ds5384 perguntou à Williams se o Twitter seria vendido ou incorporado por alguma empresa nos próximos dois anos, e a resposta foi categórica: "Não". Porém o site Mashable lembra que Williams preferiu responder perguntas banais ao invés das pontuais, como seu uísque preferido ou os candidatos mais fortes a vencer a Copa do Mundo.



Redação Adnews
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25/02/2010

Governo quer tirar do ar campanha da Devassa (FSP)

O filme está no post anterior. A denúncia está descrita abaixo. A enquete sobre a sua opinião ao lado. Visite essas áreas e opine: há algo que possa condenar a campanha da cerveja?

"Depois de receber denúncias da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e de consumidores, o Conar (Conselho de Autorregulamentação Publicitária) abriu três processos éticos contra a campanha de lançamento da cerveja Devassa Bem Loura, da Schincariol.

Em uma das propagandas da campanha, da agência Mood, a socialite americana Paris Hilton aparece em poses sensuais na varanda de um apartamento na orla carioca. Ela é fotografada por um voyeur, que parece mais interessado em clicar a cerveja que está na mão dela.
A secretaria, ligada à Presidência da República, considerou a campanha sexista e desrespeitosa para a mulher. A denúncia gerou um processo para discutir especificamente queixas relacionadas à condição da mulher.
Um outro processo, aberto após denúncias de consumidores, vai avaliar se o comercial faz um apelo exagerado à sensualidade, contrariando o código de ética, que condena o apelo erótico em propagandas de bebidas alcoólicas e também o tratamento de modelos como objeto sexual.
A terceira representação partiu do próprio Conar e se refere a uma promoção na internet em que um prêmio de R$ 3.000 é oferecido ao criador do melhor samba de caixinha de fósforos. O código proíbe sugerir que as pessoas façam consumo excessivo de álcool.
Procurada, a Schincariol não quis comentar e disse que ainda não foi notificada.
O Conar pode solicitar a retirada imediata da campanha por meio de liminar -o que não foi feito até a noite de ontem. Não havendo liminar, os 180 conselheiros do Conar vão se reunir em até 40 dias para avaliar o caso."
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19/02/2010

Filme Cerveja Devassa

A fórmula é a mesma: mulheres bonitas, praia, alegria, boa música e uma "loura gelada" (nesse caso, bem loura).
A campanha da cerveja Devassa, do Grupo Schincariol, segue o modelo, mas inova fazendo uma grande "paródia" entre a marca da cerveja e o comportamento da personagem. Com cuidados, pode ser até engraçado, mas o que agrega para a imagem da cerveja e, claro, da Paris Hilton? Vocês podem decidir assistindo ao filme.
"Após um teaser misterioso para anunciar a chegada do novo produto, o Grupo Schincariol lançou essa semana a campanha oficial para a cerveja Devassa Bem Loura.
Para promover a marca, a Schin levou ao camarote Devassa no carnaval carioca, a estrela da campanha, Paris Hilton.
Criada pela agência Mood, e veiculada no horário nobre, a propaganda tem investimento de R$ 100 milhões."
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12/02/2010

Evento grátis na ACSP: web 2.0

Associação Comercial de São Paulo orienta sobre o uso de mídias digitais para alavancar negócios.

A ACSP promove no dia 25 de Fevereiro de 2010, em sua sede na Rua Boa Vista, 51 - 11º andar (Centro - SP), das 08h30 às 11h45, o evento gratuito Mídias Digitais e Redes Sociais. O objetivo das palestras é mostrar ao empresariado a importância das ferramentas 2.0 para aprimoramento da seu negócio.
O encontro é destinado tanto a associados quanto a não-associados ACSP que atuem em qualquer setor da economia e porte de empresa. As inscrições, que são gratuitas, devem ser feitas por meio do site www.acsp.com.br ou pelo telefone (11)3244-3030.



Segue abaixo a programação:

08h30 - Welcome coffee e credenciamento
09h00 - Abertura do evento e panorama do mundo virtual no Brasil

Sandra Turchi - Superintendente de Marketing da ACSP
09h45 - Palestra: Mídia digital indoor

Ettore Casoria - CEO da MídiaBay
10h30 - Coffee Break
10h45 - Palestra: Sua empresa na rede sociala

Salomão Casas Neto - Diretor executivo do Drimio

11h30 - Painel de perguntas

11h45 - Encerramento
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10/02/2010

Varejo tem expectativa positiva para 1º tri de 2010


O mercado varejista, aquecido, é um motor da economia que impulsiona o país adiante. A cadeia produtiva completa se satisfaz, movimentando os segmentos diretamente envolvidos no processo produção-distribuição, como também os indiretamente envolvidos. Incluo aqui a importante ferramenta de aproximação consumidor-produto: a propaganda e promoção.
Leiam a matéria na íntegra. Boa leitura.

Dados foram revelados pela "Pesquisa Trimestral de Intenção de Compra no varejo" feita pelo Provar&Labfin/FIA e Felisoni Consultores Associados.

"Os resultados da "Pesquisa Trimestral de Intenção de Compra no Varejo", revelam que os consumidores seguem confiantes neste início do ano, com a expectativa de crescimento de 10,6% no primeiro trimestre de 2010 em relação ao mesmo período do ano passado e um aumento de 0,2% no confronto com números do quarto trimestre 2009.

Realizada pelo Programa de Administração do Varejo (Provar) & Laboratório de Finanças (Labfin), da Fundação Instituto de Administração (FIA), em parceria com a Felisoni Consultores Associados, a pesquisa ouviu 500 consumidores durante os dias 5 e 15 de janeiro em São Paulo. Os entrevistados, sendo que a maioria, 29,6%, tem renda de 2 a 3 salários mínimos, tiveram que responder questões sobre a intenção de compra de bens duráveis e semi-duráveis para o próximo trimestre, intenção de gastos, de utilização de crediário e o local em que pretendem efetuar a compra.

A análise de intenção de compra dos consumidores foi feita a partir de dez categorias, são elas: linha branca, eletroeletrônicos, telefonia e celulares, informática, automóveis e motos, cine e foto, material de construção, cama, mesa e banho, e móveis e eletroportáteis.

Claudio Felisoni de Angelo, Presidente do Conselho do Provar, revelou que a evolução da vendas de varejo, que acontece de maneira crescente, é fruto da estabilidade econômica e está relacionada com a distribuição de renda dentro das faixas etárias.

Outro fator destacado por Felisoni é o que o número de pessoas que desejam comprar continum crescendo, influenciadas pela queda da taxa de juros, que ainda é alta, mas aparenta uma maior renda, além de oferecer a opção de parcelamento.

Para continuar incentivando esse mercado os varejistas apostam na manutenção das promoções, procurando agregar pessoas com renda menor que a média, garantindo novo fôlego ao setor.

Segundo a pesquisa, os itens de Cine e Foto tiveram intenção de compra de 14%, seguido por Informática com 13,2% e Telefonia e Celulares com 12%, quando comparado os dados dessa categoria com o primeiro trimestres de 2009. Já quando os números traçam um paralelo com o último trimestre, a intenção de compras apresenta aumento para eletroportáteis (46,2%), material de construção (32,5%), automóveis (26,7%), telefonia e celulares (13,2%), móveis (6,4%), informática (3,1%) e linha branca (2%).

O estudo também analisou a "Intenção de Compras pela Internet", que mostrou 86% dos entrevistados afirmando que pretendem comprar pelo menos um item dos segmentos consultados. No ano passado, a linha branca foi a responsável por puxar o ticket médio do comércio eletrônico e continua com boas perspectivas para este ano. O ticket dos eletrodomésticos deve ficar em R$800,00."
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21/01/2010

Entrevista - Ciclo de Palestras UNICID

A entrevista é sobre inteligencia de mercado.
Basicamente, posto uma resposta.
Espero que possa auxiliar.

Ciclo de Palestras - Universidade Cidade de São Paulo from roberto alonso on Vimeo.

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19/01/2010

Vídeo que apresenta uma importante opção!

Só assistindo para entender.
Espero que gostem....

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Púbico jovem também consome mídia tradicional, mesmo em evento web.



A notícia não chega a surpreender, mas a idéia da comunicação integrada e, sobretudo da cross media, se confirma: o evento, uma grande rede local que lembra os eventos como Woodstock em versão eletrônica terá uma edição de revista impressa que será distribuida aos internautas presentes ao Campus Party 2010.
Leia na íntegra a matéria.


Campus Party terá revista oficial


A Campus Party, maior evento de inovação tecnológica, Internet e entretenimento eletrônico em rede do país e um dos maiores do mundo, terá uma revista oficial para sua edição brasileira, que ocorre de 25 a 31 de janeiro, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.
A publicação será uma edição especial da revista Offline, maior veículo de comunicação do País dirigido ao público jovem universitário. Como ocorre em todas as edições, está sendo produzida de forma totalmente colaborativa, com a participação de dezenas de novos talentos em texto, ilustração, fotografia, reportagem, quadrinhos, dentre outras linguagens.
Com tiragem de 30 mil exemplares, 52 páginas e distribuição gratuita no local, seu conteúdo será dividido em três partes – uma visão histórica de como o futuro foi visto ao longo do tempo, de Nostradamus às mudanças climáticas, passando pelos Jetsons, De Volta para o Futuro, Blade Runner, Júlio Verne, etc.; um prognóstico de como será o mundo daqui a 50 anos; e o guia de programação do evento. Traz ainda, dentre outras novidades, entrevista inédita com a guru e futuróloga Faith Popcorn.
Está sob a responsabilidade do editor-chefe Ricardo Peruchi, com uma equipe multidisciplinar e colaboração do time da Futura Networks, organizadores do evento.

ADNEWS
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07/01/2010

Ano novo, novidades também!

Retomamos as postagens no blog, depois da ressaca da virada do ano. Mal começamos 2010 e já tem notícia importante. Vejam o que o ADNews publicou:

Em quatro anos, realidade aumentada deve movimentar US$ 700 milhões

O mercado de realidade aumentada (RA) móvel vai alcançar 732 milhões de dólares em 2014, alimentado por downloads de aplicações pagas, publicidade e serviços de assinatura, segundo relatório da Juniper Research.

Em 2009 houve uma explosão de interesse em trazer aplicações de realidade aumentada e navegadores para aparelhos móveis com GPS, câmeras e bússolas. A RA móvel pode criar um novo nível de interatividade móvel em jogos, viagens, compras, redes sociais e aplicações educacionais.
Mas as previsões otimistas do ano passado foram postas em xeque pelo próprio relatório, que ressalta que apenas um pequeno número de smartphones tem hoje os recursos exigidos por aplicações desse tipo.
Mais relevante é sua afirmação de que "ainda há muita incerteza sobre como o conteúdo e os serviços de realidade aumentada deveriam ser convertidos em lucro, e que modelos de negócios as operadoras, os desenvolvedores e os provedores de conteúdo deveriam adotar", argumenta o estudo "Mobile Augmented Reality: Forecasts, Applications & Opportunity Appraisal 2009-2014". Em outras palavras: alguém pode ganhar dinheiro com RA?
A realidade aumentada refere-se de modo geral à aplicação de camadas de texto ou ilustração a fotos de objetos e locais do mundo real, mostrados em uma tela ou visor. Essa camada traz informações sobre a foto, com texto, imagens, animações e links. Ao apontar sua câmera para a Avenida Paulista, a tela poderia mostrar o nome de uma loja com uma promoção especial, as máquinas de autoatendimento bancário ou as entradas de metrô mais próximas, ou mesmo informações e links sobre algum prédio histórico.
Para fazer tudo isso, os aparelhos precisam de câmera, GPS, sensores de movimento (acelerômetros) e bússola, além de uma conexão de banda larga sem fio. O software de RA móvel usa esses elementos para identificar a localização do usuário, para depois encontrar qualquer objeto ou local ao redor que tenha sido etiquetado geograficamente (geotagged), ou seja, cuja posição no globo terrestre tenha sido associada com algum dado na internet. O software RA sobrepõe então esta informação adicional à imagem do objeto real, na tela do dispositivo do usuário.
Os autores do relatório preveem três maneiras de ganhar dinheiro com RA móvel: venda simples, onde o usuário pagaria pela aplicação na hora do download; vários esquemas baseados em assinatura - pagando por algo depois que o download inicial da aplicação RA foi feito; e dinheiro pago por anunciantes.
A Juniper estima que, apesar do crescimento no interesse, a receita global com RA móvel em 2010 não irá superar 2 milhões de dólares. Mas os pesquisadores dizem que esse valor irá aumentar dramaticamente depois disso, à medida que mais aplicações de RA forem desenvolvidas, especialmente para games móveis com recursos de RA.
Aplicações corporativas de RA se tornarão outra fonte de lucro a partir de 2012, e a publicidade baseada em RA deverá decolar à medida que marcas e revendedores explorem a "relevância de locação" para produtos e promoções.

Fonte: Network World
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09/12/2009

MARKETING DIGITAL, a transição do “boca-a-boca” para o “clique-a-clique”

Uma das principais ferramentas na construção de marca tem sido, ao longo de décadas, os testemunhais dos consumidores. Neste período, valia muito a indicação e recomendação feita pelos usuários e consumidores para se construir uma imagem positiva. Ainda vale, é claro. O outro lado da moeda também é verdadeiro: de indicações para o não consumo, até as criações de acrônimos para as marcas, muito se fez para que marcas com qualidades duvidosas, na percepção dos consumidores, assumissem condições jocosas nas transmissões boca-a-boca. Quem não se lembra de casos como das marcas CCE (Comecei Comprando Errado, ou Conserta, Conserta, Estraga) ou da FIAT à época do lançamento do FIAT 147 (Fui Iludido Agora é Tarde, ou o Fábrica Italiana Atrapalhando o Trânsito) e por aí afora?
A situação agora é mais dramática: não bastassem as transmissões boca-a-boca, a tecnologia criou um caminho muito mais rápido e amplo para que isso ocorra: o clique-a-clique, ou seja, transmissão via e-mail e rede sociais. Reclamar aos quatro cantos do mundo nunca foi tão fácil, rápido e barato. E nem sempre, essa comunicação é verdadeira. Porém vale lembrar que, depois que a mensagem “cai na rede”, não basta apenas desmentir, porque o estrago está feito.
Amigos do marketing, está na hora de armar-se contra isso. Não só cuidando do branding da sua empresa nas ações tradicionais, mas monitorando o que o mercado, consumidores, fornecedores e, pasmem, colaboradores e funcionários, postam na web de forma negativa.
Reverter o caminho da deterioração da marca pela contaminação clique-a-clique é possível, mas falar bem de algo ou algum produto e marca hoje em dia passou a ser menos divertido que ver a fogueira arder com críticas e acrônimos desgastantes.
O cuidado deve ser permanente. Vacinem-se.


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Mercado de comunicação brasileiro deve crescer 20% em 2009


O fato é que a "marolinha", anunciada pelo presidente Lula, se mostrou ainda menor do que se espereva. Ao menos no mercado da comunicação, que apresentou sucessivos crescimentos ao longo do período de "crise mais intensa", entre 2008 e 2009. Leia esta notícia veiculada no Adnews recentemente:

"Mesmo com a crise financeira que atingiu algumas empresas no País, embora não com tanto impacto como em outros países, a exemplo dos Estados Unidos, o mercado de comunicação brasileiro cresceu 19,5%, pouco abaixo dos 21% registrados em 2008, com faturamento de mais de R$ 1,2 bilhão. De acordo com o Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação, lançado nesta terça-feira (01/12), em São Paulo, o resultado se deve, sobretudo, ao segundo semestre.

O índice segue a curva de crescimento do setor, que registra, em média, 20% ao ano. Ele pôde ser obtido graças à participação de 373 empresas - 165 delas divulgaram seu faturamento. No ano passado, 52 abriram os números.
Mais de 73% das 373 agências do Brasil estão concentradas no Sudeste, principalmente em São Paulo, onde há 66% delas. O Nordeste está em segundo lugar, com quase 9%, seguido do Sul (pouco mais de 7,5%), Centro-Oeste (4%) e Norte (menos de 1,5%). Mais de 53,5% das agências têm até dez colaboradores e apenas 2,2%, mais de cem, sendo que 25,8% têm entre 11 e 20 colaboradores e 18,1%, entre 21 e 100.
A CDN é a maior agência de Comunicação do País. Registrou em 2008 um faturamento de R$ 57,5 milhões. Fecha o ano de 2009 com 300 colaboradores. FSB (R$ 54,3 milhões e 340 colaboradores) aparece em segundo lugar, seguida da In Press Porter Novelli (R$ 34 milhões e 285 colaboradores) e Máquina da Notícia (R$ 28,2 milhões e 200 colaboradores)."

Fonte: Comunique-se e AdNews
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01/12/2009

A importância do conhecimento

Estou escrevendo diretamente da ExpoManagement, o maior fórum de gestão e do mundo.
Muita informação está sendo disponibilizada gratuitamente. E o mais importante disso é que a informação é de qualidade. Diversas palestras nos auditórios paralelos propiciam aos executivos a oportunidade de atualização e networking. Não deixem de conferir: Expo Transaméria. Ainda dá tempo, pois o evento vai até a próxima quarta-feira, 02.
Acessem para mais informações: Expomanagement 2009. Visitem o estande da FIA e participem das plestras.
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25/11/2009

Propaganda Comparativa: No Brasil não?

Vejam o Filme:

A campanha da Kaiser, criada pela Fischer,Fala! gerou polêmica e foi suspensa pela Justiça a pedido da AmBev. O resultado do teste cego, que apresenta a comparação com as marcas Brahma, Skol e Antarctica, de propriedade da AmBev, embora não desmereça a qualidade de nhuma delas, não foi questionado, mas sim o uso indevido das marcas.
No Brasil, de fato, propaganda comparativa não tem boa recepção pelos consumidores, diferentemente do que acontece nos Estados Unidos por exemplo. Na minha opinião, desta vez, há exagero nesta suspensão, pois, como disse, não há nada de agressivo nem difamador na campanha. Uma pena para o mercado publicitário nacional, não acham?
Já que falamos de cerveja, assistam a esse filme, muito interessante e criativo. Se em nada lembra a campanha da Kaiser que, se criativamente não é brilhante, ambos devem ter seus resultados bastante efetivos.
Saúde!

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24/11/2009

Informação: cobrando pelo conteúdo. Pesquisa do Boston Consulting Group


O fato é que, com a proliferação de portais e sites de notícias, bem como a disponibilização de informações e acesso a elas facilitado, o poder mudou de mãos:não está mais com quem tem a informação, mas com que sabe usá-la.
Tanto que as informações "descartáveis" estão a caminho do brejo, literalmente. O que se preza, é a qualidade de informações, chegando no tempo certo.
Por isso, muita gente prefere pagar para ter a informação a simplesmente acessar sites que não têm credibilidade e menos ainda, valor. Vejam o resultado da pesquisa do Boston Consulting Group (lembram da Matriz BCG?)


"Pesquisa do Boston Consulting Groupaponta que os consumidores estão dispostos a gastar "pequenas quantisa" mensais para receber notícias em seus computadores e celulares. o valor apontado varia entre US$3 mensais, nos EUA e Austrália, a US$7 mensais na Itália.
Na Finlândia, 66% dos entrevistados pagariam pelo serviço. Na sequência aparecem Alemanha:63%,Itália: 62%, Noruega: 60%, Espanha 56%, França 54%, Austrália 49%, EUA 48% e reino Unido com 48%.
O estudo feito pela BCG entrevistou 5 mil pessoas, mas não incluiu o Brasil, e identificou que os consumidores estão mais dispostos a pagar por determinados tipos de conteúdos acessíveis por meio de dispositivos de livre escolha. (...) Além disso, os consumidores estão mais dispostos a pagar por notícias online fornecidas por jornais (olha a credibilidade falando alto) do que por outras mídias, como televisão ou portais.
O interessante é que as notícias locais são mais valorizadas, nem clara confirmação da força centrífuga que os interesses individuais exercem sobre os fatos, além de grande interesse em cobertura especializad.

Notícia do Marcello Queiroz no Propaganda&Marketing.
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19/11/2009

Prof. Celso Grisi e Prof. Fabio Oliva em entrevista sobre negociações na OMC

Em passagem pelo Brasil, Vera Helena Thorstensen, Assessora Econômica da Missão do Brasil em Genebra esteve na FIA e ministrou aula magna intitulada " As Negociações na OMC e os Impactos no Mundo dos Negócios". Os professores Celso Grisi e Fábio Lotti estiveram no evento e falaram sobre sua importância.


Esta entrevista e muito mais pode ser acessado em MEDIACENTER FIA
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11/11/2009


Utilizar conceitos como caridade em propaganda definitivamente não é muito comum, principalmente em produtos que não sejam as ONGs e entidfades assistenciais. Apresentar o conceito para promover uma entidade de marketing é ainda mais inusitado e, contando com a genialidade de profissionais envolvidos com a ação, o resultado sempre pode ser, positivamente, um sucesso.
Assista a este exemplo de ação, no vídeo divulgado pela Associação Portuguesa dos Profissionais de Marketing

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